Quem é o Coletivo do Pirarucu?

É uma rede de pescadores(as) indígenas e ribeirinhos(as) manejadores(as) de pirarucu das bacias dos rios Negro, Solimões, Juruá e Purus, no Amazonas, e seus parceiros, governamentais e não governamentais, que trocam experiências e desenvolvem propostas e estratégias conjuntas para a valorização e o fortalecimento do manejo participativo do pirarucu, e para a comercialização do pescado a preços justos. Em 2019, o grupo criou a marca coletiva Gosto da Amazônia, com o objetivo de expandir a venda do pirarucu de manejo fora da Amazônia, com a abertura e consolidação de mercados nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Atualmente, o Coletivo do Pirarucu representa cerca de 4 mil manejadores de povos indígenas e comunidades tradicionais em aproximadamente 30 áreas do Amazonas, entre Reservas Extrativistas, Reservas de Desenvolvimento Sustentável, Terras Indígenas e Acordos de Pesca.

O Coletivo do Pirarucu se estruturou no âmbito do componente “Cadeias de Valor Sustentáveis” do projeto “Parcerias para a Conservação da Biodiversidade na Amazônia”, iniciativa executada tecnicamente pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos (USFS), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), com apoio financeiro da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID).

Objetivo

Contribuir para a consolidação de uma cadeia de valor do pirarucu de manejo sustentável que seja economicamente e socialmente justa, garantindo a remuneração adequada dos protagonistas do manejo, as comunidades indígenas e ribeirinhas manejadoras, e a valorização de sua contribuição para a conservação da biodiversidade em seus territórios.

Linhas de atuação do Coletivo do Pirarucu

Principais conquistas do Coletivo

Quem compõe o Coletivo

Organizações não governamentais de base comunitária:

Organizações não governamentais de apoio técnico:

Organizações governamentais:

Organizações de cooperação internacional e outros parceiros: